Terça-feira, Outubro 31, 2006
Segunda-feira, Outubro 30, 2006
Quinta-feira, Outubro 26, 2006
Detalhes que fazem a diferença...
Quarta-feira, Outubro 25, 2006
Terça-feira, Outubro 24, 2006
Sexta-feira, Outubro 20, 2006
Quinta-feira, Outubro 19, 2006
Quarta-feira, Outubro 18, 2006
Terça-feira, Outubro 17, 2006
No espaço de um mês, foi a segunda vez que fui convidado para falar sobre a imprensa cor de rosa num programa de rádio, em emissoras de referência. Primeiro na Antena 3 e hoje, no programa da Manhã do Rádio Clube Português.
É claramente o reconhecimento do meu trabalho, esforço e talento... Sem nenhuma modéstia, mas é também a certeza de que, finalmente, todos os pontos de trabalho se rendem a uma indústria que defendo desde que comecei a trabalhar este tema em 2001. É inegável que passado estes anos todos, e contra vontade de alguns idiotas elitistas, o mundo social e cor de rosa, é hoje um dado adquirido ao qual ninguém pode escapar.
Saber o que se passa nos bastidores da televisão, nas festas do social, nos casamentos e separações dos mediáticos, fez nascer uma indústria e criar uma série de mitos e pequenas estrelas. Este mundo do papel couchet, vai desde o relevo da relação de amor entre Bàrbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho, à mediocridade do anunciado casamento relâmpago de Rita Egídio e Zé Gouveia. Tudo, mas mesmo tudo serve para alimentar pequena fábrica de sonhos... Eu, serei só e apenas uma peça, vocês... são o mais fundamental: Os consumidores! Não acham?
Quarta-feira, Outubro 11, 2006
Segunda-feira, Outubro 09, 2006
Quinta-feira, Outubro 05, 2006

O prazer de olhar revistas...
O prazer de fazer tertúlia cor-de-rosa é altamente gratificante. Por vezes as pessoas não ficam com a noção exacta do que me divirto a fazer o meu trabalho todas as manhãs. Divirto-me por várias razões, que passam pela equipa maravilhosa que me suporta, pelos colegas de cenario com quem tenho a dança dos argumentos - destaque para a Maya - que é claramente a que me dá um maior jogo de palavras, e que faz com que este "duelo" prenda o espectador, terminando nas muitas Elsas Raposos e amigos do papel couchet que graças a eles temos temas que nos alegram a manhã e divertem quem nos vê.
Muito importante é não esquecer, que cada meia hora de tertulia passa por muito tempo de preparação, de pesquisa, de recolha de opinião, de ouvir as partes interessadas... Nao é, como muito boa gente julga, chegar, sentar e falar. É chegar todos os dias ás oito da manhã, reunir, ver o que interessa à nossa audiência, encontrar soluções de argumentos entre o director de conteúdos e a coodenadora, e tentar preparar tudo para que pareça um maravilhoso improviso diário.
Gosto do que faço. Faço-o quase há três anos, e não posso deixar de ter por este espaço um carinho especial. Se hoje sou o que sou (sou eu, alguma coisa?!) devo-o em muito à Tertulia cor-de-rosa, que é impar no seu género nos dias de hoje, foi pioneira e será sempre uma referência nos comentários de social mediático em Portugal. Aconteça o que acontecer, passe o tempo que passar, a tertúlia, o então SIC10Horas e agora Fátima, ficam na historia como o primeiro programa que arriscou fazer em televisão o que o espectador queria ver e ouvir há muito tempo. Este é um trabalho feito com o objectivo de entreter, divertir, informar e fazer sorrir quem nos vê... e graças a Deus e ao nosso talento, são muitos... Obrigado!
E tu, gostas?